
31.12.08
Atravessando mais um limiar

4.12.08
Boston, Zero Grau
18.11.08
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém (II)
6.11.08
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém...(I)


22.10.08
Fale com Ele (ou...Fale com Ela)
14.10.08
Trinta anos esta noite

9.10.08
Segundo Congresso Médico Espírita dos Estados Unidos



A ponte que liga o espiritismo à medicina
Com mais de 300 participantes, o Segundo Congresso Médico Espírita dos EUA encerrou-se no domingo, 5 de outubro, após diversos panelistas, professores, médicos e oradores (nem todos necessariamente espíritas) terem apresentado tópicos de interesse médico, científico e espiritual.
O público, formado por pessoas de 10 países diferentes, pôde observar e interagir com os panelistas sobre assuntos abrangentes e de interesse geral, tais como: A Integração da alma com a mente, Mecanismos das doenças e o corpo espiritual, A Espiritualidade e o cérebro, Alzheimer, saúde mental e espiritualidade, Processos de obsessão e as repercussões orgânicas, Casos Clínicos que sugerem a reencarnação, A Essência de uma cura espiritual, Compreendendo o poder da transformação, A Relação da saúde com o perdão, O Paciente cancerígeno e sua família através dos olhos da espritualidade, A Transformação da emoção através da psicologia da Yoga e diversos outros painéis. Um deles, “Compreendendo o poder da transformação com eventos espirituais”, dissertou sobre algumas experiências de quase-morte vivenciadas por crianças.
Outro assunto de interessese e que repercutiu bastante junto aos participantes foi “O que a morte nos conta sobre a morte e o que nos espera no além”. Este painel foi apresentado pelo Dr. Peter Fenwick, médico e escritor, que recebeu aplausos calorosos no final, com todos de pé. Dr. Fenwick é Neuropsiquiatra e pertence à Real Academia de Psiquiatras, da Inglaterra. Ele é uma autoridade em experiências de “quase-morte”, tendo analisado mais de 300 casos ao longo de 40 anos de pesquisa e é reconhecido por seus colegas de profissão e pela mídia internacional como um dos líderes no assunto.
Seu painel foi sobre as experiências de pacientes em estado terminal, que sabem que estarão enfrentando a morte e transitam para uma nova realidade, ainda lúcidos, porém têm tempo para contar seus encontros. “São fenômenos que ocorrem próximos ao momento da morte”, ele afirmou em seu depoimento. Ele disse que a morte não é o fim. É o começo de uma nova jornada e acrescentou que a humanidade necessita um novo Ars Moriandi.
Foto 1 - Chico Moura, jornalista conceituado em Miami, também participou do evento.
Foto 2 - Dr. Peter Fenwick, da Inglaterra, um dos palestrantes.
Foto 3 - Marcelo Netto, coordenador e Marlene Nobre, presidente da Associação Médico Espírita.
28.9.08
Faz escuro mas eu canto...
3.2.08
Os filhos de Phydias (3) Fred

Fredinho nasceu um pouco antes da hora prevista. Passou 10 dias "hospedado" nas máquinas de restabelecimento no Broward Center General Hospital, em Fort Lauderdale.
Nasceu pequenininho, mas cresceu rapididinho. As fotos não mentem. Já vinha tomando shake da Herbalife desde a barriga da Elaine e sempre gostou de bater um bom prato, principalmente enquanto crescia lá no Visconde, em Macaé.
Nessa época, ele se aproveitou das facilidades eletrônicas da casa e assistiu Os 101 Dálmatas mais de 100 vezes. Sabia o filme todinho de cór ainda aos 2 anos de idade. O filme Titanic, deve ter visto umas 150 vezes, sem brincadeira, perguntem à Elaine…e o pior, só gostava de ver a segunda parte, na sequência do afundamento do navio. Acompanhava as cenas mastigando a chupeta. Mas também gostava de desenhos animados e comédias.

Estudou na Escola Alfa, jogou bola, fez altos passeios às montanhas macaenses, visitou Quissamã e adorava tomar banho de mar na Imbetiba e no Praião, em Barra de São João.
Quando moramos em Boston, de 2003 a 2005, Fred foi meu assistente em dois espetáculos teatrais e era um exímio nadador no Boys And Girls Club de Allston.

Ele é inteligente, astuto e um humorista de momento. Não se esforça muito na escola, mas é salvo em todos os momentos de perigo, principalmente nos FCATs (exames da Flórida), pelo seu aprendizado natural e ao seu próprio jeito. Gosta mesmo de aprender através do History Channel, do Discovery e morre de rir com as comédias antigas do Nick at Night.
Acho que joga video game um pouco demais. Gostaria de que jogasse menos, principalmente agora, que está praticando basketball, tem um monte de amigos no condomínio que podem estar sempre se exercitando com uma bola, skate e bicicleta, tudo o que ele adora fazer…e nem sempre acontece, porque o Xbox 360 toma muito tempo…

Ele traz muita felicidade, é o brilho da casa e quando não está por perto me dá saudade. Fredinho é especial! Adoro ele – e para conhecerem melhor a sua história e a minha, comprem o livro "De Quissamã a Hollywood", desse autor que vos escreve.
20.1.08
Os Filhos de Phydias (II) CAROL
Quando conheci Carolzinha, ela tinha um ano e meio. Filha da Elaine e do Rogério, por certas cirscuntâncias da vida, acabou sendo "minha filha" também. Nós nos reunimos como família quando Elaine e Rogério se separaram e, por coincidência Hilza Maria (minha ex), me deu as contas exatamente na mesma época e foi hibernar com um americano nas montanhas nevadas de Vermont. (Para entender a história completa, compre o livro De Quissamã a Hollywood, escrito por este locutor que vos fala!)
Como preferi ficar morando e azarando na ensolarada Flórida, próximo às praias de Miami, acabei conhecendo melhor a solitária Elaine, uma dessas mulheres únicas, cujas cópias já não se produzem muitas hoje em dia. Deve ser porque alguns pais e mães esqueceram a "receita" aplicada nos anos 60, quando a poderosa nasceu.
Ficamos amigos, o aconchego acabou rolando e fomos morar juntos. Claro, a Carolzinha veio a tiracolo, com aqueles seus lindos cabelos cacheados e sua indagação constante, peculiar aos "toddlers" que se separam de algum dos pais e acabam tendo a surpresa infantil de se perguntarem "o que é que estou fazendo aqui e, afinal, quem é esse cara que agora dorme com a minha mãe?".
Fez parte da nossa primeira experiência como steps, (step é o prefixo que se dá, em inglês, a alguém que se torna nosso parente: ela passou a ser minha stepdaughter e eu, seu stepfather), levá-la à escolinha, passear com ela pelo condomínio e ainda fazer seu shake da Herbalife todas as manhãs. Pouco a pouco, fomos nos conhecendo melhor, eu sempre deixando claro para ela que eu era como se fosse seu melhor amigo, depois de seu pai Rogério, profissional de vendas e que resolveu concentrar-se na cidade de Rio das Ostras; na minha opinião, uma das melhores alternativas para quem enche o saco de viver nos EUA.
Sempre deixei claro que nossa relação jamais poderia substituir a do seu verdadeiro pai, portanto, passei a ser seu instrutor para alguns filminhos da Disney, na piscina dando-lhe algumas dicas para se tonar uma boa nadadora, mais tarde nos joguinhos eletrônicos e mais recentemente, (pasmem!, o tempo voa) tive a oportunidade de dar-lhe a primeira lição de trânsito, pois ela – a melhor aluna de sua classe – já tirou a carteira de motorista.
Apesar de algumas vezes ficar nervosa com os deadlines de seus intermináveis homeworks, para os quais sempre pede minha ajuda, Carol Loretto-Movschowitz (Barbosa é um nome chinfrim perto de um Loretto-Movschowitz, não acham?, por isso nunca exigi que ela mudasse seu last name) é uma "filha" que amo muito, uma menina que sempre desejei ter. Papai do céu me mandou 2 garotos – O Nick vcs já conhecem, porque está neste blog, e o Fred, o mais jovenzinho, vem na próxima semana aqui para a página). Carol, que veio adoçar a minha vida, considero até mais como uma filha. Minha amiga, companheira, dedicadíssima aos estudos e que deseja ser uma profissional do CSI, ou Astronauta ou Desenhista Industrial. Aonde quer que ela queira ir, lá chegará, tenho certeza. E que assim seja!
Na primeira foto, Carol quando toddler, saudando o por do sol em Lake Emerald
Na segunda, mostra, orgulhosa, seu diploma de Middle School
Na terceira, me deu a oportunidade de aparecer com ela, a beldade, numa praia em Marco Island